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Discurso de Encerramento do Ano Eletivo (5 e 6)

 

Georg Friedrich Hegel

 

(Resumo)

 

 

 

Por ocasião de sua permanência como reitor do Ginásio de Nuremberga, entre 1808 e 1816, Hegel escreveu entre suas obras filosóficas e trabalho docente, uma série de discursos sobre educação, que foram compilados num livro em forma de seis discursos, dentre os quais, dois deles faremos uma pequena panorâmica sobre as principais ideias de Hegel como educador, ou pela educação.

 

Hegel se encontrava então dentro de um acontecimento histórico, que foi a Revolução Francesa, o que de alguma forma influenciou todos os filósofos desse século, pois o pensamento revolucionário e suas ideologias fervilhavam nas mais diversas mentes, e questionamentos a respeito dos ideais revolucionários e suas rupturas, fizeram dessa maneira, que Hegel pensasse no futuro dos jovens alemães de um ponto de vista libertário culturalmente.

 

O chamado neohumanismo foi uma importante corrente filosófica da época, e ao se opor ao filantropismo, que pregava uma educação técnica, tem em Hegel um incentivador, ao propor um ensino da cultura clássica nas escolas.

 

Hegel não fez de seus discursos uma obra pedagógica, tanto assim que esses são principalmente uma exposição sobre o ano letivo que se encerrava, e suas preocupações quanto ao conteúdo do ensino e seus aproveitamentos ao futuro dos jovens, mas não uma maneira especial de ensino.

 

Destacamos, no entanto, algumas de suas preocupações, como sua vontade de introduzir o ensino de alemão nas escolas, ou mesmo orientar os pais para esse ensinamento no ambiente familiar, o que de certa maneira concede aos pais, ajuda privada ao que seria uma tarefa do Estado, mas cabendo ao professor do ensino público, uma dedicação voltada para outros interesses, além de um estudo da língua alemã que fortalecesse o conceito de Bildung como cultura.

 

A frase hegeliana, segundo a escola seria um viveiros de servidores do Estado, coloca Hegel diante da importância que o Estado assumia à construção do conceito de Bildung (cultura), dentro da filosofia de Hegel; ao Estado caberia principalmente o estudo do alemão mais aprofundado, assim como do latim.

 

Quanto ao método que Hegel propõe para o ensino no nível médio, além da importância à língua alemã e latina, que daria uma educação planificada pelo Estado, Hegel propõe a separação de estudantes entre os vários níveis, ou por idades uma vez que se alguns estudantes já adquiriam algum ensino dos pais, cabia ao Estado uma seleção e consequentemente, fornecerem a todos, um ensino igualitário no momento do encerramento do curso, momento esse que os estudantes deixariam os estudos humanitários e universais, e passavam ao ensino particular e profissional, se diferenciando do ginásio.

 

Enfim, Hegel, nos seus discursos, se utiliza do seu saber filosófico, como preparação do que é antigo, em vistas de uma vida livre para um mundo novo que se aproxima, como seus excessos que se apresentam exteriormente, visando á busca de limitações do jovem, buscando uma interiorização, no entanto, sem causar oposição entre novo e antigo, colocando no que é material e corpóreo (aparência), uma maneira de efetivação do que é interior e espiritual.