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Introdução:

 

No trecho da Consideração abordado da pág 201 até 207, Nietzsche ressaltam vários pontos responsáveis pelo desenvolvimento do texto. Ele expõe fatos que implicam no comportamento de um indivíduo perante a sociedade. Primeiramente é importante entender que o “novo” (conceito, conhecimento) é visto como maligno, ruim, assim limitando o homem, esse ser social, a questionar e fazer suas próprias indagações levando ao desenvolvendo o seu senso crítico.

 

Suas críticas são baseadas em normas sócias ordinárias já estabelecidas, onde suas ações são manipuladas, atitudes e comportamentos adestrados sob um interesse estatal e também aborda essa tal felicidade que um indivíduo alcança quando encontra a verdade.

 



 

Consideração Intempestiva: Schopenhauer Educador

 



 

Nietzsche fala da verdade como se a mesma para tiver base deveria ter um sentido metafísico, explicáveis por leis oriundas de uma vida superior e distinta, o que não seria fácil já que existem leis pré-estabelecidas. Para alcançá-la era preciso desprender-se das leis, dos conhecimentos já existentes e assim receber o “novo”. Esse exercício é acompanhado de sofrimento constante segundo Mestre Eckart: "animal mais rápido que te levará a perfeição é a dor.” A dor é dada pela quebra de paradigmas, a destruição de sua felicidade existente, sua hostilidade quando afeta e quando é afetada, aos homens por algo que começou a crê.

 

Menciona também o homem cativo em sua caverna (Platão), contrário do que ocorrera com aquele homem de Platão, cansando das sombras resolve deixa-la para viver outras formas. Muitos homens questionados sobre essa mudança sentem soar essa idéia como enganação estimulando a rebelião, sendo também uma forma de recusar o que já estar enraizado na consciência e no comportamento.

 

O querer continuar conclui que foi alcançada a verdade e com seus conceitos estipulados o mesmo torna-se feliz.

 

Só questionando o que já existe é possível alcançar esse “novo”.

 

Muitos fatos existem para justificar um comportamento contraditório ao sistema, a falta de referência também pode ser citada como responsável pelo medo da posição de questionamento.

 

O texto destaca o tempo como à criança que brinca movendo as pedras do jogo. Esse devir transita dando voltas em si mesmo tachados como enganosos por não desenvolvimento.

 

A verdade consiste em deixar de ser joguete, manipulado para aprender a formular suas próprias visões críticas a respeito do que lhe cerca. Um homem que persegue essa verdade é considerado como um herói: Certamente, com sua coragem, ele destrói sua felicidade terrestre, e deve inclusive ser hostil aos homens que amam ás instituições no seio das quais cresceu; ele não terá direito de poupar homens ou coisas, embora compartilhando de suas feridas; será desconhecido e passará muito tempo como o companheiro de poderes que abomina; segundo a medida humana do seu juízo, ele chegará a ser injusto, apesar de todo o seu esforço pela justiça. ( texto pág201, 1º§).

 



 



 

Conclusão:

 

Nietzsche crítica o homem da visão de Shopenhauer, o homem regulado submetido e conformado. Ele faz uma crítica desse homem ao animal exemplifica a ave de rapina que é perseguido, raramente satisfeito, desfruta de outras ambições, porém, sendo sem saber é punido por sua estupidez, para o autor é ser animal. Animais que sofrem sem razão a falta de reivindicação submete o homem à animalidade. Porém quando o mesmo compreende isso ele sai de sua caverna rumo a sua liberdade e felicidade: As nuvens se dissipam e vemos o quanto nós mesmos, junto com toda a natureza, nos esforçamos pelo homem, como por qualquer coisa erguida acima de nós ( texto pág 207, 2º§).