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OBJETIVO GERAL – Mostrar a passagem do mito a filosofia e introduzir os principais filósofos pré-socráticos e suas teorias.

 

 

 

 

Tópicos

 

 

Problematização

1. Mito e a sua relação com a Paidéia Grega.

1.1 – Ponto de Partida: O que os alunos entendem por pensamento mítico? Quais as diferenças entre o mito de hoje em dia e o mito na época dos gregos antigos?

1.2 – Roteiro:

  • O mito na Grécia antiga;

  • A Paidéia: sua função e a forma como ocorria;

  • Homero (Íliada e Odisseia);

  • Hesíodo (Teogonia e Dos trabalhos e dos Dias);

  • O dizer verdadeiro dos poetas.

1.3 – Objetivos: Levar os alunos a entender a profunda diferença entre o mito grego e o mito nos dias de hoje, e o esclarecimento da função do mito na Grécia.

  1. Qual era a relação do mito com a verdade?

  2. Quais as características divergentes entre o pensamento filosófico-científico e o pensamento mítico?

  3. Existem mitos nos dias de hoje? Em que esses mitos atuais se diferenciam dos mitos gregos?

2. As condições que possibilitaram o questionamento e a substituição do modelo mítico.

2.1 – Ponto de Partida: De que forma os avanços tecnológicos deram condições a passagem do mito para a filosofia? O que muda na sociedade com as navegações e a institucionalização da democracia?

2.2 – Roteiro:

  • Implementação da moeda;

  • Comercio marítimo;

  • Escrita;

  • Criação da Pólis.

2.3 – Objetivos: Levar os alunos a compreenderem que a passagem do mito para a filosofia não se deu de uma vez só e sim que fez parte de todo um processo de mudança no mundo grego.

  1. Como a tecnologia influencia a nossa maneira de pensar?

  2. Que outros avanços tecnológicos influenciaram o homem?

  3. De que maneira o pensamento mítico deixou de satisfazer as necessidades dos gregos?

3. O surgimento da filosofia como conhecimento racional, sistemático e com validade universal.

3.1 – Ponto de Partida: A partir do tópico anterior como passou a se caracterizar a filosofia? Qual a nova forma do homem se relacionar com a natureza? Como a razão e a crítica racional passam a participar dos discursos?

3.2 – Roteiro:

  • Noção de physis;

  • Conceito de arqué;

  • Cosmologia em substituição a cosmogonia;

  • O logos;

  • A abertura do debate das teorias.

3.3 – Objetivos: Levar os alunos a uma idéia geral de como funcionava a filosofia em seus primórdios, suas preocupações e métodos.

  1. Qual elemento os alunos consideram ideal para representar a arqué?

  2. Os gregos conseguiram explicar a physis? Em que medida a filosofia da época poderia se comparar com a ciência moderna?

  3. Como os alunos interpretam essa mudança da cosmogonia para a cosmologia? E em que medida o debate entre as teorias é característica dessas mudanças?

4. Monistas.

4.1 – Ponto de Partida: Em que medida os primeiros filósofos podem ser considerados “físicos”?

4.2 – Roteiro:

  • Tales

  • Anaximandro

  • Heráclito

4.3 – Objetivos: Levar os alunos a compreenderem de maneira geral a filosofia dos autores acima.

  1. Quais as descobertas geométricas realizadas por Tales que os alunos estudam em matemática?

  2. O que os alunos acham do apeiron (o ilimitado) como arqué?

  3. Qual a diferença e proximidade entre o ilimitado de Anaximandro e o “tudo fluir” de Heráclito?

5. Pitagóricos.

5.1 – Ponto de Partida: A partir da relação com a matemática

5.2 – Roteiro:

  • Pitágoras;

  • Escola pitagórica;

5.3 – Objetivos: Levar os alunos a compreenderem de maneira geral a filosofia dos autores acima.

  1. Quais foram os avanços de Pitágoras e sua escola pra matemática da época?

  2. Como era organizada a escola Pitagórica?

  3. Quais foram os discípulos de Pitágoras mais famosos?

 

6. Eleatas.

6.1 – Ponto de Partida: A discussão entre o mutável e o imutável.

6.2 – Roteiro:

  • Parmênides

  • Zenão

  • Melisso

6.3 – Objetivos: Levar os alunos a compreenderem de maneira geral a filosofia dos autores acima.

  1. A mudança é apenas aparente ou ela realmente existe?

  2. Os argumentos contra o movimento de Zenão.

7. Pluralistas.

7.1 – Ponto de Partida: A idéia de arké não como um elemento fundamental mais sim como múltiplos elementos fundamentais.

7.2 – Roteiro:

  • Empédocles

  • Anaxágoras

  • Demócrito

7.3 – Objetivos: Levar os alunos a compreenderem de maneira geral a filosofia dos autores acima.

  1. Os quatro elementos, ar, fogo, terra, água, em outras culturas.

  2. As homeomerias, é possível conciliar o uno com o múltiplo?

  3. A invenção do átomo.

 

 

 

Bibliografia

 

BARNES, Jonathan – Filósofos Pré-Socráticos, Tradução Julio Fischer, São Paulo, Martins Fontes, 1° Edição, 2003.

 

BORNHEIM, Gerd A. (org.) – Os Filósofos Pré-Socráticos, São Paulo, Editora Cultrix, 12° Edição, 2003.

 

DETIENNE, Marcel. Os mestres da verdade na Grécia arcaica. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1988

 

KIRK, G. S.; RAVEN, J. E.; SCHOFIELD, M. – Os Filósofos Pré-Socráticos, Tradução de Carlos Alberto Louro Fonseca, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 5° Edição, 2005.

 

REALE, Giovanni – História da Filosofia Antiga, Volume I, Tradução Marcelo Perine, São Paulo, Edições Loyola, 5° Edição, 2005

 

SOUZA, José Cavalcante de (org.) – Os Pré-Socráticos V.I & V.II; Fragmentos Doxografia e Comentários, Tradução José Cavalcante de Souza, Anna Lia Amaral de Almeida Prado, São Paulo, Nova Cultura (Os pensadores), 4° Edição, 1989.

 

VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. São Paulo, Difel, 1984.