Lista de 20 livros didáticos de filosofia, por título-autor:

 

  1. REZENDE, Antonio (org.). Curso de filosofia: para professores e alunos de ensino médio e de graduação. 15. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2010;

  2. HÜHNE, Leda. (org.) Fazer filosofia. 2. ed. Rio de Janeiro: Uapê, 1994;

  3. MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 12. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2008;

  4. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ed. Ática, 2002;

  5. MICHAUD, Yves. Filosofia para adolescentes. São Paulo: Escala Educacional, 2007;

  6. SCHELESENER, Anita Helena. Para filosofar. 5. ed. São Paulo: Scipione, 2008;

  7. SÁTIRO, Angélica; WUENSCH, Ana Miriam. Pensando melhor: iniciação ao filosofar – 2° grau. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2003;

  8. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 2. ed. Rio de Janeiro: Moderna, 1996;

  9. MÁRIO, Parisi; COTRIM, Gilberto. Trabalho dirigido de filosofia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 1991;

  10. BUZZI, Arcângelo. Introdução ao pensar: o ser, o conhecimento e a linguagem 20. ed. Petrópolis: Vozes, 1991;

  11. CORDI, Santos (et al). Para filosofar. 9. ed. São Paulo: Scipione, 1997;

  12. COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 1996;

  13. JOLIVET, Régis. Curso de filosofia. 20. ed. São Paulo: Agir, 1998;

  14. MARITAIN, Jacques. Elementos de filosofia I: introdução geral à filosofia. 17. ed. São Paulo: Agir, 1994;

  15. MONDIN, Batista. Introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Paulinas, 1983;

  16. LUCKESI, Cipriano Carlos; PASSOS, Elisete Silva. Introdução à filosofia: aprendendo a pensar. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1996;

  17. BUZZI, Arcângelo. Filosofia para principiantes. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1994;

  18. NETO, Henrique N. Filosofia básica. 3. ed. São Paulo: Atual, 1986;

  19. JACQUAR, Albert. Filosofia para não-filósofos. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998;

  20. CHALITA, Gabriel. Vivendo a filosofia. 3. ed. São Paulo: Ed. Ática, 2010.

 

OS LIVROS

 

(1)

 

REZENDE, Antonio (org.). Curso de Filosofia: para professores e alunos dos cursos do ensino médio e de graduação.

 

 

 

DA ESTRUTURA

 

Trata-se de um livro-manual confeccionado sob forma de brochura em papel offset 75g/m2, utilizando fonte “minion”. Tanto o papel quanto a fonte, oferecem ao leitor conforto à leitura, fato relevante ao considerarmos o público alvo. Publicado inicialmente em 1986, o livro aqui tratado é uma reedição publicada em 2010. Embora não saibamos das modificações havidas até aqui e particularmente nesta edição.

 

 

 

Conta com uma grafia atualizada respeitando o novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Além da introdução, dezesseis capítulos escritos por colaboradores diversos, em sua grande maioria do Estado do Rio de Janeiro de Universidades consagradas no ensino da Filosofia neste Estado e com colaboradores especialistas que têm em seus pares o respeito e credibilidade necessárias autorizadas em suas conceituações.

 

 

 

Observamos a utilização da expressão “lacunosa” de seu conteúdo para definir o livro, explicada pela premência da publicação. Isto posto solicita e aceita o autor as críticas e sugestões que porventura se façam necessárias. Por não haver uma apresentação recente do livro, presumimos que estas questões supracitadas façam parte da estrutura critica do autor ao livro.

 

 

 

Na parte final, um vocabulário bem escolhido e redigido de forma a atender os pontos de maiores tensões e exigências conceituais auxiliando5 ao estudante — e por fim um cuidadoso índice onomástico, perfazendo um total de 311 páginas. Possui 14 edições anteriores, encontra-se catalogado no Sindicato Nacional do Editores de Livros e registrado com o ISBN 978-85-7110-399-3.

 

 

 

 

 

 

 

ANÁLISE DO CONTEÚDO

 

 

 

O autor organiza o livro obedecendo a uma proposta pedagógica baseada na necessidade de buscar o interesse do aluno do ensino médio, tendo como tarefa precípua compreender e localizar construtivamente a sensibilidade do aluno. Encontrar e otimizar a acessibilidade do aluno é de fato um desafio a todos àqueles que se debruçam na arte do ensinar. Haja vista que são por demais heterogêneos os interesses e a realidade do corpo discente, notadamente nas Escolas públicas do país. Já na apresentação do livro, o autor denuncia este distanciamento, mencionando uma queixa, recorrente, de Antonio Candido de que não se escrevem livros aos adolescentes alunos de ensino médio, nem ao leitor não especializado.

 

 

 

Embora o livro não aborde de forma sistemática a história da Filosofia, ele discorre suas temáticas pela abordagem das diversas Escolas do pensamento filosófico, com seus movimentos e seus respectivos Filósofos. Deste modo, poderíamos considerar que mesmo abandonando uma forma tradicional de apresentação pedagógica, ele recorre de forma prática e descritiva os movimentos e as Escolas.

 

 

 

Nesta divisão tudo é colocado em linguagem, clara, sucinta e metódica, se utilizando de uma coerência e um encadeamento lógico no entendimento e na correspondência destas representações entre si, face à sua importância e pivotalidade no pensamento humano.

 

 

 

Observamos um esmero pedagógico e cuidado técnico em toda a estrutura do livro. Sua abordagem e intenções se pautam no contato direto com a filosofia que entende o autor, deva ocorrer através de uma apresentação pedagógica de forma histórica no surgimento dos diversos autores, visto acreditar o autor, que é pela história de seus atores que a filosofia dá consistência ao apreender das ideias filosóficas clássicas. Entende o autor ser esta a forma mais adequada ao estudo da filosofia — capaz de arrefecer o efeito dogmático nos estudos temáticos, algo captado por ele como importante fator de distanciamento da realidade do aprendizado e interesse do aluno do ensino médio.

 

Deste modo, além destas múltiplas possibilidades, o texto não se apresenta como um editorial filosófico, mas como afirma o organizador, um manual de fácil acesso e compreensão ao aluno do ensino médio — posto que para cada capítulo ele mostra uma lista de palavras chaves que apresentam ao estudante os pontos principais para aquisição dos conceitos sem carga extremada de exigência mnemônica ao seu entendimento.

 

 

 

Ainda que constatemos a preocupação em discorrer sobre o surgimento da filosofia analítica como concepção contemporânea e a importância que ela carreia no que tange a linguagem — precisamente sobre o sentido das ideias que o homem tem a respeito do mundo e fundamentalmente sobre a mente humana, sugerindo um tema moderno, que não se desdobra e se aprofunda em questões acerca daquela linguagem que representa o centro da gravitação fregeana, o capitulo referente não vai às últimas consequencias desta abordagem na Filosofia Analítica, embora proponha o debate dialético entre a filosofia analítica como concepção metodológica oposta à filosofia como concepção doutrinária.

 

 

 

Ao final podemos considerar que o texto oferece alguns temas cotidianos permeados das visões da modernidade trabalhando “en passant” J. Habermas, H. Arendt e M. Foucault. Assim este cotidiano, a vida em sociedade, e os temas livres tendo como pano de fundo o debate filosófico, certamente é uma via par excellence, sugerida como um projeto de vanguarda, que certamente pode ser bem acolhido pelo jovem do ensino médio.

 

 

 

Observamos, no entanto, que as referencias bibliográficas utilizadas ao longo do texto, estão somente em rodapé, ainda que um índice onomástico seja de boa valia. Embora possamos admitir que esta ausência pode estar ligada ao menor interesse do público alvo por referências bibliográficas, alguém poderia afirmar como negligente e menos confortável ao leitor mais exigente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(2)

 

HÜHNE, Leda Miranda (org.). Fazer Filosofia.

 

DA ESTRUTURA

 

Como no anterior, trata-se de um livro confeccionado em brochura, feito em papel offset 75g/m2, em fonte não confirmada. Primeira publicação em 1994. Além do prefácio, é dividido em Sete Unidades distribuído em nove capítulos escritos por colaboradores diversos, todos da cidade do Rio de Janeiro de Universidades consagradas no ensino da Filosofia neste Estado e do mesmo modo com colaboradores especialistas que têm em seus pares o respeito e credibilidade necessárias autorizadas em suas conceituações.

 

 

 

O livro é composto de sete Unidades e um Apêndice distribuídos em 316 páginas. Cada Unidade, dividida em capítulos sendo que algumas com mais de um capítulo desenvolvido. Nas diversas Unidades são apresentados os temas em que os diversos autores apresentam suas respectivas visões, a serem debatidas como a própria Filosofia, Cultura, Ciência, Arte, Cidade e Cidadania, Trabalho, Corpo e por fim um Apêndice, onde encontramos quadros históricos, esquema da filosofia ocidental dividindo em Antiguidade, época patrística e medieval, idade moderna, e contemporânea, esta última apresentada com os principais representantes de suas escolas de pensamento. Cada capítulo é disposto com interessantes temas para debate, com abordagens destes temas e aquilo que se considera importante como palavras-chave das respectivas unidades. Apresenta um texto-base, textos para leitura e debate e dois anexos para cada capítulo — um com aquelas palavras e outro com a bibliografia utilizada em cada Unidade.

 

 

 

 

 

DO CONTEÚDO

 

 

 

Já na apresentação anuncia os temas cotidianos ou, o modo como a vida se apresenta no ocidente, face aos processos de industrialização, que influenciam sobremaneira nos modos de vida do homem. Ali se examinam as consequencias desta forma constitutiva da sociedade na compreensão da filosofia e seu papel nos processos de aquisição de conhecimento na evolução e na reflexão filosófica.

 

 

 

Nesta introdução a proposta pedagógica e metodológica se apresenta como fruto de um método de uma teoria cuja atividade do pensamento se apresenta como um exercício intelectual à semelhança de outras atividades intelectuais — ou seja, com um adendo de que esta atividade se dá no campo específico do corpus philosophiae.

 

 

 

Segue mostrando o surgimento da Filosofia nas Universidades brasileiras nas décadas de 40 e 50, o pioneirismo da Universidade de São Paulo com a contratação de professores à França, formando aí os primeiros filósofos distanciados e independentes da teologia. Surgindo depois a UFRGS, UFRJ, UFMG, UFPe, que logrando êxito estabelecem seus departamentos com certa liberdade investigativa e no ensinar da filosofia.

 

 

 

O texto sugere que o ensino da Filosofia pode contribuir na elevação da cultura da população em geral, particularmente aos estudantes. Particularmente a estes, alvo principal, afirma a necessidade de acesso aos estudantes e sua acessibilidade para o ensino médio deve considerar um preparo às suas sensibilidades, de forma universal, possibilitando assim, qualitativamente outras áreas do conhecimento do ensino médio a compartilhar do entendimento filosófico.

 

 

 

Contudo, não se atendo a temas da Filosofia Clássica, mantém uma abordagem de temas problematizados sobre forma de questionamentos. Como proposta pedagógica. De um modo geral os textos apresentam a filosofia como prática mostrando a tensão natural entre a moral histórica e a moral filosófica. Apresenta a filosofia do Brasil, mostrando aspectos cotidianos históricos, delineando de forma sucinta a importância da teologia e o pioneirismo das escolas seminaristas e a grande crítica da doutrina escolástica sobre todas as demais correntes do pensamento.

 

 

 

Na sequência histórica e cotidiana da vida política brasileira, apresenta os fatos ocorridos no Brasil, em sua origem, mostrando a polarização havida entre as teses marxistas e as teses neo-escolásticas, que ao irromper a ditadura militar em 1964, estes departamentos, com ampla liberdade anterior de discutir suas respectivas teses, foram universalmente fechados sob a suspeita de corromperem a ordem moral do país.

 

 

 

Este passeio pela história da filosofia no Brasil nos parece importante e interessante na compreensão do cotidiano vivido e, o que decorre daí para nós hoje, ou, se apresenta como somos do ponto de vista filosófico, em nossos dias atuais ou o processo que nos trouxe até aqui. É possível que esta abordagem possa oferecer uma fonte de interesse aos estudantes do ensino médio, visto que, estes temas cotidianos podem se transformar em gatilho para a busca dos conhecimentos filosóficos, de um modo geral em outras áreas do conhecimento.

 

 

 

Nesta primeira parte ele apresenta também, os grandes problemas ao qual o ensino da filosofia é tributário e as distensões necessárias ao seu desenvolver. Mostra de forma realística, os problemas do financiamento ineficiente do Estado e as mazelas advindas do período militar. Ilustra a tentativa de consolidar o ensino da filosofia no Brasil, com a presença dos órgãos financiadores de pesquisa sensíveis às demandas da pós-graduação em filosofia, a saber, principalmente o CAPES e o CNPq.

 

 

 

Dentro dos diversos capítulos a oferta de textos base, para leitura e para debate e eventuais bibliografias, podem funcionar como um estímulo a mais aos estudantes interessados em escalonar seu conhecimento, saindo da armadilha dos conceitos e de difícil compreensão do estudante com dificuldades de um pensamento mais abstrato ou com pouco interesse na filosofia como coisa em si.

 

 

 

A presença do cartunista Millor Fernandes nos dá um ar de aproximação com as questões nacionais, criando um ambiente de expectativas de discurso que por certo são capazes de atingir o estudante de forma mais concreta e de endereço que mais o participa, intenção maior e desafio a ser vencido. Não observamos a presença de temas livre no transcorrer do texto, bem como temas como a História da filosofia e da Filosofia clássica. Em todas as Unidades observamos boa quantidade e qualidade de referências bibliográficas utilizadas ao longo dos capítulos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O LIVRO

 

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein.

 

 

 

DA ESTRUTURA

 

Trata-se de um livro confeccionado sob forma de brochura em papel offset 75g/m2, em fonte “minion”. Iniciada em 1997, esta aqui analisada em sua 12a edição agora revisada e ampliada. Possui um sumário com um alista de abreviações usadas. Em formato clássico apresenta a Filosofia dividindo-as em quatro partes, a saber: Filosofia Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea, com capítulos. Consta ao final da cada capítulo um quadro sinótico, leituras adicionais e questões e temas para discussão. Faz considerações finais, apresenta notas acerca das diversas fase analisadas, uma bibliografia complementar e um índice de nomes, distribuídos nas suas trezentas e três páginas.

 

 

 

 

 

DO CONTEÚDO

 

Em sua proposta pedagógica o autor se preocupa como ele próprio denomina sua obra, em ser “par excellence“ “um guia para leitura através da história da filosofia”. Metodologicamente ao selecionar os diversos períodos ele se implica com coragem aos temas mais representativos dos respectivos períodos, pensadores e temas das respectivas tradições do pensamento.

 

 

 

Aparentemente sua coragem ao desafio, aparentemente auto imposto, parece ter frutificado tendo em vista que em onze anos teve doze edições, refletindo aceitação por parte dos diversos mestres da Filosofia no país, ou seja, e, por conseguinte, boa acessibilidade para o ensino médio, garantindo ao seu empreendimento reconhecimento pelos diversos leitores, mestres e estudantes ao longo do tempo.

 

 

 

Nota-se uma predileção conteudística na temática abordada nos contextos históricos, desenvolvidos pelo autor e de forma mista, ora contendo elementos da tradição do ensino da filosofia, ora se valendo de preceitos construtivistas na abordagem deste conhecimento. Ele se preocupa em apresentar a história da Filosofia, por uma abordagem narrativa dos diversos temas implicados na filosofia clássica, apresenta mapas, esquemas descritivos e analíticos. Nos quadros sinóticos são apresentados de forma concisa e ligada, os aspectos mais relevantes e práticos, ao seu entendimento, daquilo que pode oferecer uma análise mais compreensiva, sem negligenciar com a tradição do conhecimento. Oferece ainda, como leituras adicionais textos considerados clássicos atribuídos, ao seu juízo, aos autores mais importantes no mundo filosófico, incluindo aqui de maneira intencional e de importância ao ensino médio, os autores nacionais, ou os melhores em sua concepção.

 

 

 

Por fim ao apresentar no encerramento de cada capítulo, questões e temas para discussão, o autor dá uma chance, sem precedentes, do ponto de vista pedagógico, ao aprendizado e incorporação de uma possível motivação crescente no estudo da filosofia. Ali ele disponibiliza sua própria visão filosófica e sensibilidade para com os temas do cotidiano, dentro da realidade objetiva da vida filosófica no Brasil.

 

 

 

Há uma bibliografia complementar recomendando uma leitura extra àqueles desejosos de algo mais dos textos, as fontes extras — matrizes de suas idéias. Um índice onomástico bem estruturado em grau de importância e extensivo com o cuidado e o compromisso para com os estudantes em apresentar uma nominata, que com certeza abarca, senão todos, os principais nomes da história da Filosofia, bem como os agentes pivotais das diversas e mais importantes concepções filosóficas universais.

 

 

 

Em suas considerações finais ele exclui a possibilidade de concluir a obra como um editorial filosófico. Considera a Filosofia como um ramo do conhecimento peculiar de permanente construção e debate. Reapresenta as ferramentas necessárias deste constructo e as grandes questões a serem retomadas dentro de uma perspectiva conceitual e na busca de novos caminhos a serem desvendados e percorridos.

 

 

 

Convida a todos àqueles que participaram e participam das questões filosóficas a se reconciliarem com o entendimento de que a tradição precisa estar de mãos dadas com a criação, posto não serem excludentes, mas irmanadas e necessárias, uma à outra. Algo bem coincidente com a ciência. No que tange as referencias bibliográficas, o autor cita nas notas várias referências e ao final do livro, oferece uma bibliografia complementar.

 

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 

 

Roteiro para apresentação das teses e dissertações da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Dib, S. F. (Coord). Rio de Janeiro: UERJ, Rede Sirius, 2007. 133 p. Disponível em: http://www.bdtd.uerj.br/roteiro_uerj_web.pdf>. Acesso em: 30 mar. 2011.

 

 

 

REZENDE, Antonio (org.). Curso de Filosofia: para professores e alunos dos cursos do ensino médio e de graduação. 15 a.ed. Janeiro: Zahar, 2010.

 

 

 

HÜHNE, Leda Miranda (org.). Fazer Filosofia. 2a ed. Rio de Janeiro: UAPÊ, 1994.

 

 

 

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. 12. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2008;