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Bibliografia:

O presente levantamento tem como propósito selecionar 20 obras que apresentem um panorama histórico e discutam sobre a questão referente à introdução do ensino de filosofia na realidade sócio-educativa brasileira e/ou que mencionem o desenvolvimento intelectual filosófico dentro do Brasil. Além disso, estão listados a seguir livros que se inserem dentro do debate de como o ensino de Filosofia vem sendo feito, e o que está sendo proposto atualmente (quando a obrigatoriedade desse ensino foi instituída) em termos de fundamentação metodológica que promovam otimização do aprendizado de todos os conteúdos que constituem o conhecimento filosófico.

 

1- ALVES, Dalton José. A Filosofia no ensino médio: Ambiguidades e contradições na LDB. Autores Associados. Campinas – SP, 2002.

2- CARTOLANO, Maria Teresa Penteado.  Filosofia no ensino de 2º Grau. São Paulo: Cortez: Autores Associados, 1985.

3- COSTA, Cruz. Panorama da História da Filosofia no Brasil. São Paulo: Cultrix, 1960.

4-_____. Contribuição à História das Ideias no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.

5- CRIPPA, Adolpho (organizador). As ideias filosóficas no Brasil: século XX. São Paulo: Convívio, 1978.

6- GALLO, Sílvio e GOTO, Roberto (organizadores.). Da Filosofia como disciplina: Desafios e perspectivas. Coleção Filosofar é Preciso. Loyola. São Paulo – SP, 2011.

7- JAIME, Jorge. História da Filosofia no Brasil- volume I. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Faculdades Salesianas, 1997.

8- KOHAN, W. (Organizador). Filosofia no ensino médio. Rio de Janeiro: Editora Vozes, 2000.

9- LADUSANS, Stanislavs. Rumos da filosofia atual no Brasil: em auto-retratos. São Paulo: Loyla, 1976.

10- PAIM, Antônio. O estudo do pensamento filosófico no Brasil. 1º edição. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1979.

11-­­_____. História das ideias filosóficas no Brasil. 6ª edição. Londrina: Edições Humanidades, 2007. Vol. II.

12- PEGORARO, O. Filosofia: A ressurreição depois do banimento. In:______. A Política da Filosofia no II grau. SEAF, 1986.

13- PENNA, José Osvaldo de Meira. O Brasil na idade da razão. Rio de Janeiro: Forense-universitária; Brasília: instituto nacional do livro. 1980.

14- SCHMITZ, Egídio. Os Jesuítas e a Educação. São Leopoldo - RS: Unisinos, 1994.

15- SILVEIRA, Renê J. T. e GOTO, Roberto (organizadores). Filosofia no Ensino Médio: Temas. Problemas e Propostas. Coleção Filosofar é Preciso. Editora Loyola. São Paulo – SP. 2007.

16- SODRÉ, Nelson Verneck. Síntese de história da cultura brasileira. São Paulo: Difel, 1989.

17- VÉLEZ Rodríquez, Ricardo. Castilhismo: Uma filosofia da República. Porto Alegre: EST; Caxias do Sul: Universidade de Caxias do Sul, 1980.

18- VÉLEZ Rodríquez, Ricardo (Organizador). Filosofia luso-brasileira. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho, 1983.

19- VILLAÇA, Antônio Carlos. O pensamento católico no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

20- VITA, Luís Washington. Panorama da Filosofia no Brasil. Porto Alegre: Globo, 1969.

21- ZILLES, Urbano. Grandes tendências da filosofia no século XX e sua influência no Brasil. Caxias do Sul. EDUCS, 1987.

Comentários:

·         ALVES, Dalton José. A Filosofia no ensino médio: Ambigüidades e contradições na LDB. Autores Associados. Campinas – SP, 2002.

A fundamental discussão que o autor pretende discutir nesse gira ao redor da suposta ineficiência da Lei de diretrizes e bases (LDB) na instauração e introdução do ensino de Filosofia no cotidiano escolar brasileiro. De modo a cumprir seu objetivo e a fornecer indícios que sustentem sua suposição, Dalton, no capítulo que inicia seu livro nos fornece uma perspectiva de como o ensino de Filosofia foi tratado durante determinados períodos históricos (Colonial, Republicano, Militar e Democrático).  

Já situado o leitor dentro desses domínios que constituem a historicidade do ensino de filosofia, ele nos conduz ao âmago do problema que ergue com seu livro: Os limites da obrigatoriedade que a lei nº 9.394/96 (LDB) postula sobre a inclusão da filosofia nos currículos do ensino básico. Para isso ele faz uma na análise da questão construtiva e desconstrutiva que se inserem nas consequentes qualificações que a lei pode, partindo de seu conteúdo, gerar. Além de mostrar as ineficiências que a lei possui, focando no sue caráter (como bem objetiva no título) ambíguo, contraditório e, diga-se de passagem, reticente.

Por fim, ele termina argumentando sobre a necessidade da filosofia como disciplina obrigatória e em que se fundamenta essa necessidade, considerando a realidade sociocultural do Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

·         PAIM, Antônio. História das ideias filosóficas no Brasil. 6ª edição. Londrina: Edições Humanidades, 2007. Vol. II.

Nessa obra o autor se organiza dentro de 6 grandes eixos temáticos que se organizam respeitando uma ordem cronológica. Sendo assim, Paim, delineia um caminho expositivo, que tem seu ponto de partida na, chamada, “Filosofia portuguesa”, vindo por meio desta, destacar e descrever o pensamento filosófico que se encontra predominantemente inserido no contexto histórico de Portugal, pouco antes da colonização do Brasil.

Sucessivamente, ele descreve as influências da filosofia moderna, sob as preleções de professores de filosofia no país, preleções essas que possuem relação íntima com a Filosofia Kantiana. Entram, também, no seu roteiro a Filosofia católica que ascende durante o século XIX, as manifestações positivistas e marxistas que se encontravam arraigadas dentro de correntes cientificistas e, por fim, nos transportando e situando dentro do horizonte que constitui a filosofia contemporânea brasileira, filosofia pretende se instituir como um modo de reflexão particular que esteja conciliada e harmonizada com o seu contexto de origem.  

 

Além disso, esse livro, em especial, possui uma estrutura interessante, ele é composto por uma coletânea de artigos, o que lhe confere um caráter sintético, proporcionando uma leitura mais dinâmica ao seu leitor.