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SOBRE O AUTOR: Maurits Cornelis Escher, conhecido como: M.C. Escher, nasceu em 17/06/1898 em Leeuwarden, Holanda e morreu em 27/03/1972 aos 72 anos em Laren, Holanda. Um artista gráfico conhecido por suas xilogravuras e litografias inspiradas matematicamente com figuras de construções impossíveis. Seu entendimento de matemática foi altamente visual e intuitivo. O modo especial de pensar e o rico trabalho gráfico de M.C. Escher teve uma influência contínua em ciência e arte, bem como é referência na cultura popular.

 

SOBRE A OBRA: Relatividade (relativity) é uma litogravura (impressão de um desenho a partir de matriz em pedra calcária) impressa pela primeira vez em dezembro de 1953.

 

Mostra um mundo em que a lei da gravidade não é aplicada. A estrutura arquitetônica parece ser o centro de uma comunidade ideal, com a maioria dos indivíduos cuidando de seus afazeres normais. Existem janelas e portas que levam até áreas abertas (jardins). Todas as figuras estão vestidas de maneira similar e possuem cabeças arredondadas.

 

No mundo de “relatividade”, existem três tipos de gravidade (ambientes), cada um ortogonal em relação aos outros. Cada habitante vive em um tipo de gravidade, onde as leis da física se aplicam normalmente. Existem quinze personagens espalhados pela gravura entre às diferentes áreas de gravidade. A aparente confusão da pintura vem do fato das três fontes de gravidade estarem representadas no mesmo espaço.

 

A estrutura da gravura possui seis escadarias, e cada escadaria pode ser usada por pessoas que pertencem a duas diferentes fontes de gravidade. Isso leva a aparição de interessantes fenômenos, tais como no topo de uma escadaria onde duas pessoas usam a mesma escada na mesma direção e do mesmo lado, mas em faces diferentes de um mesmo degrau, de modo que um sobe e o outro desce, mesmo estando se movendo na mesma direção, lado a lado. Em outra escada duas pessoas aparecem descendo escadas estando uma de cabeça para baixo em relação à outra, mas com base em suas próprias fontes de gravidade eles estão descendo normalmente. Outra curiosidade é que cada um dos três jardins externos pertence a um tipo de gravidade. Para todos uma das portas parece levar a um subterrâneo. Embora fisicamente possíveis esses subterrâneos não são usuais e adicionam um efeito surreal a pintura.

 

Este é um dos mais populares trabalhos de Escher e tem sido usado em uma variedade de modos, podendo ser apreciado artisticamente e cientificamente. Interrogações sobre perspectiva e sobre representação em três dimensões de imagens em duas dimensões são o núcleo do trabalho de Escher, “Relatividade” representa um dos maiores achados neste domínio.

 

POSSIBILIDADES NO ENSINO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO: Este trabalho artístico pode ser utilizado de diferentes maneiras como auxiliar no ensino de filosofia. Pôde-se fomentar vários tipos de discussões, de acordo com o interesse específico dos alunos. Um dos mais óbvios e interessantes é discutir a questão dos sentidos e de como percebemos o mundo a nossa volta. A questão do verdadeiro e do falso. O senso comum e a atitude científica. O conhecimento. O que é possível conhecer, entre outros.