Escola de Atenas (1509-1510), afresco de Rafael Sanzio (1483-1520), pintor italiano da Renascença.

 

 

 

No primeiro momento de contato com a obra de arte, sem nada saber sobre ela além de seu nome e criador, e que foi pintada em uma parede no Vaticano, pode-se fazer os seguintes questionamentos: É uma imagem bonita? O que a qualifica como bonita? O que há nela de feio ou o que falta para que seja bonita? Que diferentes sentimentos e sensações ela pode causar a quem a observa? Por que Escola? Questões que deixam espaço para variados tipos de resposta.

 

 

 

Acrescentando posteriormente que na pintura estão retratados muitos dos sábios da Grécia Antiga, de diferentes períodos históricos, tendo ao centro Platão e Aristóteles, poucas coisas ficam claras, e os questionamentos continuam a surgir: Por que merecem esse destaque? Por que certas obras adquirem valor histórico mesmo sem manter vínculo com a História?

 

 

 

A pintura também proporciona ao professor uma oportunidade de mostrar o estudo da Filosofia como uma atividade prazerosa, onde se ganha conhecimento exercitando o raciocínio com conversas em grupo, ou mesmo sozinho. Ao contrário de outras matérias, a Filosofia não requisita nenhum material além de uma mente curiosa.

 

 

 

Referências: Site da Universidade Federal de São Carlos/SP

 

http://www.dm.ufscar.br/hp/hp902/hp902001/hp902001.html