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Com esta imagem, procurarei demonstrar aos alunos a questão do ideal do homem nobre grego, o homem da mesura, da sophrosyne, o controlador de suas paixões na busca pela maximização das virtudes; o homem do equilíbrio, da justa medida, da ponderação, da ataraxia. Ademais, farei conexão deste tema com o tema o qual este se subordina: a educação, e falarei do uso do mito para esta formação do jovem grego; do uso do mito nos diálogos de Platão, da diferença que Platão faz entre os mitos utilizáveis e os mitos que devem ser completamente desconsiderados.

O homem nobre grego busca sempre uma vida de beleza, uma vida na busca pelo que é justo, bom, belo. Sua natureza, ao contrário, o impele através das paixões a uma vida desregrada, da hybris, da desmedida, desmesura. E o equilibrista elucida, de maneira clara, este homem grego preocupado em se aperfeiçoar. É um homem que não deixa de vivenciar e sentir suas paixões, mas sim que ao vivenciá-las e senti-las, age de maneira correta e dominadora, como um cocheiro que guia com esforço, mas bem, a sua parelha de cavalos.

Quanto aos mitos, Platão só os condena quando utilizados para justificar um tal comportamento que não condiz com o ideal de comportamento grego. Ensinar a uma criança um mito em que deuses matam deuses, Zeus mata seu pai, entre outros, é dar sustentação para que a criança veja naquilo uma possibilidade natural e não menos correta de fazer o mesmo. Em contrapartida, mitos como o da alegoria da caverna, o mito de Er, de Prometeu, são recomendados e utilizados por Platão mesmo em seus diálogos. São mitos que ensinam o que deve ser ensinado, e da maneira particular de cada um.

Em suma, e sendo talvez um pouco repetitivo, esta imagem abarca um horizonte de possibilidades de assuntos relacionados à formação do homem grego.