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Tendo em vista que para Nietzsche a erudição pretende fazer da história um objeto de conhecimento exaustivo, de maneira que a aquisição do saber histórico consistiria em um esforço por um acúmulo excessivo de informações sobre o passado de uma forma indiscriminada, a imagem acima, por apresentar a figura de uma cabeça em forma de uma estante de livros totalmente preenchida, poderia justamente representar aquilo que Nietzsche assere em relação a erudição. Tal atribuição se justificaria pelo fato de que assim como a imagem mostra uma "cabeça-estante" completa de livros, da mesma forma o erudito diante do saber histórico quer exercer exaustivamente sua capacidade de acumular - ao máximo - informações sobre o passado, o que segundo a crítica nietzschiana é uma atividade doentia, desfavorável à vida, e que por ser uma obsessão desmedida pelo o que passou, acaba por transformar o homem em um prisioneiro do passado, e em consequência disso, em um  autêntico "coveiro do presente". Assim, a imagem poderia representar a hipertrofia da memória, ou seja, a concepção erudita que visa a quantidade de informações, o que segundo Nietzsche é nocivo e desfavorável à ação, pois o esquecimento assim como a memória é salutar ao homem, sendo portanto necessário uma medida que o autor denomina de força plástica, medida essa que a erudição dispensa na sua maneira de relacionar-se com o conhecimento histórico.