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O fim da vida pode envolver a ética quando uma pessoa está doente, sem perspectiva de cura e deseja pôr fim a própria vida para abreviar o sofrimento. A maioria dos países não permite que a vida seja abreviada. Há diferentes métodos para abreviar a vida. A eutanásia ativa significa uma outra pessoa fazer algo para pôr fim a vida de um doente terminal. A eutanásia passiva que é não cuidar da doença e deixar a pessoa morrer. E o suicídio assistido que é o doente provocar a própria morte com ajuda de outra pessoa.

 

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Principais argumentos a favor e objeções.

Autonomia:

Apenas o possuidor da vida pode decidir se quer continuar vivendo ou não. Se um doente terminal está saudável mentalmente e deseja acabar com a própria vida não há problema em ajuda-lo.

Objeção. Um paciente terminal dificilmente tem autonomia. Devido a saúde debilitada, ele tem mais facilidade de desenvolver depressão e outras doenças

mentais.

 

 

Alívio da dor e sofrimento:

O doente não precisa suportar o sofrimento de uma doença sem esperança de cura.

Objeção 1. Os cuidados paliativos conseguem aliviar a dor e o sofrimento da maioria dos pacientes.

Contra objeção. Maioria não são todos.

Contra contra objeção. A sedação completa acaba com toda a dor.

Contra contra contra objeção. A sedação completa é igual a morte.

Objeção 2. A dor e o sofrimento são uma forma de elevação espiritual.

Contra objeção. Não há como comprovar este fato.

 

Principais argumentos contra e objeções.

O intrínseco erro de matar:

Acabar com uma vida humana é algo errado.

Objeção. Porém, matar é socialmente aceito em legítima defesa, guerra, pena de morte. Se pode ser aceito nessas circunstâncias também pode ser aceito quando uma pessoa de forma refletida decide acabar com a própria vida.

Contra objeção. Nos casos de legítima defesa, guerra ou pena de morte a pessoa que morre tem culpa de algo. Na eutanásia ou suicídio assistido o doente é inocente.

A integridade profissional:

Médicos não deveriam matar; Eles são proibidos pelo juramento de Hipócrates. Os médicos existem para salvar vidas não o contrádio.

Objeção. Na versão original o juramento de Hipócrates não permite também fazer cirurgias e cobrar para ensinar a ensinar a medicina. Se o juramento pode ser modificado para proibir essas práticas, porque não pode para a assistência ao suicídio, quando o paciente que deseja morrer busca a ajuda médica.

Contra objeção. Permitir que médicos matem os pacientes poderia minar a confiança dos pacientes nos médicos.

Contra contra objeção. Os pacientes teriam mais confiança nos médicos sabendo que poderiam contar com eles na vida e na morte.

 

Abuso em potencial:

Permitir que médicos ajudem pacientes a morrer, mesmo em casos compreensíveis, pode levar a situações que pacientes morrem contra a própria vontade.

Objeção. A base para essa previção depende que as escolhas e direitos individuais não sejam levados em consideração.

Contra objeção. As bases para previsões que são a ganância, a preguiça, insensibilidade, preconceito e outros fatores que afetam os médicos, familiares, planos de saúde e a sociedade.

Contra contra objeção. É possível tomar cuidados contra esses abusos.

 

Contra objeção. Pacientes vulneráveis serão socialmente programados para pensar que a vida deles é indigna de ser vivida. Pacientes de idosos, doentes crônicos, deficientes e outros serão manobrados para escolher o fim da vida deles.

Contra contra objeção. Somente pacientes com o diagnóstico de pelo menos dois médicos podem ter essa opção.

Contra contra contra objeção. Uma restrição desse tipo não pode ser aplicada; Pressões para morrer iria se espalhar para além do doente terminal.

 

 

Lafollette, Hugh. The Oxford Handbook of Pratical Ethics. Battin, Margareth. Euthanasia and Physician - Assisted Suicide. New York, 2003. P. 673-704